Ensaios e Artigos

Visibilidades e Heterotopias no Universo Cinematográfico da Marvel: Leituras Feministas Decoloniais

Este artigo, publicado na Revista Tropos, investiga os atravessamentos da noção de Colonialidade de Gênero nas diegeses de duas superproduções do Universo Cinematográfico da Marvel, Pantera Negra  e Capitã Marvel, partindo do conceito de “heterotopias” de Michel Foucault e do trabalho de Margareth Rago sobre as “heterotopias feministas”. Explora-se as possibilidades oferecidas pela materialidade fílmica para tecer leituras feministas. Esse texto é um recorte da minha pesquisa de mestrado, em andamento. Leia o texto completo!

Por uma intervenção decolonial na crítica feminista de cinema (2020)

Este capítulo foi publicado no livro Mulheres nas telas e atrás das câmeras, do Cabíria Festival, em 2020. Nele, procuro traçar uma discussão decolonial dos Estudos Feministas de Cinema (Feminist Film Theories), apontando intersecções entre estes campos e refletindo as principais contribuições e lacunas dos feminismos para os estudos fílmicos. Conheça o e-book!

Atravessamentos da Colonialidade de Gênero nos Blockbusters de Super-heróis

Neste capítulo, publicado no livro Narrativas Midiáticas Contemporâneas: Epistemologias Dissidentes (Ed. Catarse, 2020), desenvolvo um pouco da minha pesquisa de mestrado. Com Pantera Negra e Capitã Marvel, o Universo Cinematográfico da Marvel tensiona representações hegemônicas e convoca debates interpretativos, em uma audiência ampla e heterogênea, em que se notam disputas centrais quanto às noções de gênero, feminismo e empoderamento. Proponho analisar como a colonialidade de gênero atravessa as narrativas e representações nestas duas obras. Conheça o e-book!

“XXY”, de Lucía Puenzo – Uma análise sob a (des)luz da heteronormatividade cisgênera.

Neste ensaio, discuto o filme da argentina Lucía Puenzo tomando a heteronormatividade cisgênera como condutora da análise e a parto do artigo “Heteronormatividade e Homofobia”, de Guacira Lopes Louro (2009), bem como das contribuições da pesquisadora Raíssa Éris Grimm em um encontro sobre o tema.

“Cléo das 5 às 7” e o cinema vanguardista de Agnès Varda

Esta crítica-ensaio revisita o filme de uma das maiores vozes do cinema moderno/vanguardista francês – Agnès Varda. O que mais, além da iminência da morte, (re)colocaria o sujeito em sua existência? Em Cléo das 5 às 7, Varda combina a “espera espectatorial” à espera dos resultados do exame que definirá o destino da protagonista, brincando com as potências fruitivas do dispositivo cinematográfico. Originalmente publicado no site do GRIM – Recepção e Crítica da Imagem (UFBA).